Extraido do Livro – Concursos Públicos. O Segredo dos Campeões – “com adaptações”

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O otimista vê a oportunidade em todas as dificuldades… Já hiena pessimista,
ao contrário, vê a dificuldade em todas as oportunidades.

Hamurabi Messeder

Segundo capítulo

Sinergia

- Sinergia é a essência da liderança baseada sempre em princípios. Ela canaliza, unifica e libera os maiores poderes existentes nas pessoas.

Sinergia é poder. Poder é a prerrogativa que tem um ser humano de impor sua vontade a outrem. Neste, caso estamos impondo a nossa vontade a nós mesmos. O nosso lado criativo e inteligente impondo sua vontade ao nosso lado preguiçoso e fraco.

O que significa sinergia?

Significa que o todo é maior do que a soma das partes.

Dentro do conceito de sinergia 1+1 não é igual a 2. Na verdade, dentro do conceito sinergia de 1+1 pode ser igual a 1.000.000 ou até mais.

Na essência deste conceito, valorizando as diferenças, respeitando-as, ampliando os pontos fortes e compensando os pontos menos fortes, podemos conseguir qualquer coisa.

Encontramos sinergia em uma colméia de abelhas que põem um urso para correr ou no formigueiro que intimida um ser humano.

Quando estamos em grupo, somos mais fortes do que quando estamos sós. Quando estamos em uma sala de aula, a identidade individual de cada um desaparece e, a partir daquele momento, surge a força gregária que nos impulsiona. Mesmo quando estivermos particularmente em nossas vidas pessoais nos sentindo fracos, essa força nos alimentará.

Veja o exemplo das igrejas e grandes cultos religiosos.

Por que, com frequência, temos quer ir ao culto, à missa ou à reunião de nosso grupo religioso?

Notoriamente, é para aprendermos mais e nos alimentarmos da força coletiva que nos mantém coesos.

Imagine um torcedor no meio do Maracanã gritando a favor do seu time. Agora visualize uma torcida de milhares de torcedores.

Quantas vezes eu tive a oportunidade de ver um time fraco se sobrepujar ao time mais forte pelo simples fato de sua torcida estar presente.

O mesmo ocorre em um curso preparatório para concursos. Quando apenas estudamos em casa, sentimo-nos cansados, desmotivados, distraímo-nos muito e por qualquer coisa.

Quando estamos no curso, sempre aproveitamos melhor o tempo ouvindo as explicações do professor, vendo os macetes das questões, trocando materiais com nossos colegas e criando grupos de estudo. Estamos em contato direto e diário com pessoas que são aprovadas e classificadas o tempo todo em seus concursos e também com professores que são servidores públicos nos cargos a que muitas vezes almejamos.

Queremos o que eles têm e estamos em contato o tempo todo com o nosso objeto de desejo. Isso nos faz manter firmes e fortes em nosso caminho, faz manter acessa a chama da vontade de vencer em nós. A convivência semanal ou diária nos aprimora o senso de oportunidade nos mostrando vários outros concursos que podemos fazer. A reiteração deste contato reascende em nós o espírito da inovação e da ousadia. Devemos lembrar aqui que a ousadia é uma ferramenta poderosa para suprirmos todas as deficiências.

Extraido do Livro – Concursos Públicos. O Segredo dos Campeões – “com adaptações”

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Quanto mais estudo os que tiveram sucesso e passaram em um concurso público, num esforço para aprender como ajudar mais pessoas a serem um deles, mais fico espantado pelo número daqueles que ainda não o são.

Entusiasmo, otimismo, criatividade, sinergia, iniciativa e perseverança.

Tudo isso está à venda, logo ali, na esquina, para quem quiser comprar.

Compre você também e use bem.

Hamurabi Messeder

Primeiro capítulo
Metáfora da auto escola

Lembro-me bem de quando ainda era jovem, impetuoso, irresponsável e cheio de acnes.

Consegui adquirir meu primeiro automóvel com a ajuda de meu pai.

Era uma Fiat 147. Como era meu primeiro carro, aquela Fiat era o máximo para mim, só que havia um pequeno problema que eu não tinha percebido até então: eu não sabia dirigir.

De forma muito paciente, embora tenha sido deveras imprudente ao fazer isso, meu querido pai me mostrou alguns dos princípios básicos da direção.

Em poucos dias, ainda que sem habilitação, eu já conseguia dirigir sozinho (crianças não façam isso em casa!).

Sempre fui muito prudente e cauteloso. Nunca, até hoje, produzi um acidente ao volante, não obstante, nos meus anos iniciais como motorista, não possuir habilitação.

Um dia, em meio as minhas férias, resolvi fazer o teste de motorista e tirar minha carteira.

Passei na prova escrita e durante o teste prático, fui inabilitado sem nem ter chegado à metade da prova. Meu avaliador não me disse o porquê.

Fiquei muito frustrado e com raiva. Achei que ele havia sido muito pessoal e que queria me pressionar de alguma forma para conseguir um dinheirinho de mim.

Eu não ofereci nada àquele “mau caráter”, pensei eu,  e fui embora.

Seis meses depois, fui novamente fazer o teste, dessa vez acompanhando uma vizinha que havia acabado de fazer autoescola mas que não dirigia nada, como diz o adágio popular “era trágico quando visto de perto e cômico ao se ver de longe”.

A jovem tinha medo de dar a partida no automóvel e não tinha segurança em nada que fazia ao volante.

- Pensei…Pobrezinha, não vai passar mesmo.

Fomos juntos ao teste de direção. Ela fez primeiro e passou com louvor

- Como é possível, só porque é mulher e é bonitinha!

Eu fiquei indignado e pensei.

- Como ela conseguiu?

- Ela não dirige nada, meu amigo! Ela é um perigo no trânsito!

Após isso, pensei… Paciência, afinal, se ela passou, eu também consigo.

- Adivinhe o que aconteceu comigo no meu teste prático?

- É, você acertou!

Eu fui reprovado novamente e vieram à tona todas aquelas dúvidas e indignações.

Acredite, eu fiz o exame no total por quatro vezes e fui inabilitado em todas.

Cansado de culpar os outros e o sistema, resolvi acolher o conselho de um amigo de farra daquela época e me matriculei em uma autoescola.

Já nas aulas iniciais, percebi que, apesar de me considerar um bom e prudente motorista, eu tinha uma série de vícios ao volante que me desqualificavam. Por exemplo:

1- Esquecer o pé na embreagem;

2- Deixar uma das mãos no cambio de marcha;

3- Cruzar os braços sobre o volante;

4- Olhar para trás ao fazer a famigerada baliza;

Esses são apenas alguns exemplos.

Entendi naquele momento por que eu nunca passava no exame. Após essa experiência, fiz o teste mais uma vez e finalmente consegui minha carteira de habilitação.

Mais tarde na minha vida, analisando os elevados índices de acidentes de trânsito no Brasil causados por pessoas recém habilitadas e refletindo sobre os acontecimentos do passado, cheguei a uma conclusão muito interessante.

Percebi que as autoescolas não ensinam ninguém a dirigir, por isso o elevado número de acidentes com pessoas recém habilitadas. As autoescolas ensinam seus alunos a fazerem provas e saber fazer prova de direção definitivamente é diferente de saber dirigir.

Essa dicotomia se apresenta em vários aspectos da vida. No caso deste livro, eu posso estabelecer um paralelo muito similar.

- Uma coisa é saber a matéria que será cobrada em um concurso público, outra coisa e saber fazer prova sobre aquela disciplina.

Estudando em casa através de livros, apostilas ou recursos interativos de mídia e internet, o aluno aprende a dominar o conteúdo. Dominando o conteúdo, com certeza ele será aprovado em concursos públicos, mas é pouco provável que seja classificado dentro do número de vagas.

No entanto, por que isso ocorre?

A resposta é bem simples. Quem escreve os livros e apostilas, quem grava CDs e DVDs, assim como quem criam os recursos para ajudar os alunos na internet são professores como eu, e nós professores, nunca, mas nunca mesmo ensinamos tudo que os candidatos precisam saber em um livro, apostila ou outro tipo de mídia. Se assim o fizermos, tornamo-nos obsoletos em sala de aula e convenhamos o que todos já sabem o fato que a maioria dos professores vive de seu trabalho de sala de aula. Nenhum deles vai fazer algo que permita que ele ou outro colega seja substituído. Isso seria como autodestruir-se. Não obstante conseguimos produzir livros e outros materiais de suporte de excelente qualidade e sem o qual o candidato a uma vaga em um cargo publico jamais teria sucesso também. Na verdade as formas de ensinar e aprender se complementam. O ensino presencial , os materiais de apoio como livros e apostilas e as mídias iterativas e internet. Todos se somam para o seu sucesso e nenhum deles no mundo de hoje pode ser dispensado.

Não obstante o candidato à vaga em um cargo público precisa saber que o “pulo do gato”, aquele macete que vale o dia todo de sacrifício para estar naquela aula, geralmente não é escrito nos livros e nem gravado em vídeos ou CDs. Ele tende a só ser apresentado em sala de aula.

Temos aí mais um forte motivo para fazermos cursos presenciais para concursos públicos. Eles funcionam como a autoescola, nos ensinam a fazer a prova e, sabendo fazer a prova, que é o que importa para nós, certamente seremos classificados nela.

Não adianta saber dirigir um carro como eu um dia soube se não percebemos os vícios que nos eliminam em uma prova de direção. Se não sabemos os macetes implícitos em cada disciplina, não corrigirmos os vícios e a falsas formas de interpretar o conteúdo de uma disciplina, estaremos fadados ao insucesso.

Certa feita, um de meus alunos me fez uma pergunta quando ministrava uma palestra sobre o mesmo tema abordado neste capítulo.

Disse ele:

-Se o melhor dos professores fica para sala de aula, por que, eles, assim como você Hamurabi, escrevem livros, apostilas e gravam DVDs, CDs de aula?

A resposta é simples meu jovem.

Por que os intérpretes o tempo todo estão lançando novos álbuns, apesar do massacre que a pirataria e os sites da internet os infringe, fazendo-os deixar de arrecadar milhões de reais em direitos autorais?

O Jovem não soube responder.

A resposta é obvia:

É porque eles ganham dinheiro mesmo com os shows que fazem. No show, fica reservado o melhor do artista.

O artista continua a produzir álbuns porque sabe que, apesar da pirataria, as pessoas vão assistir seu show mesmo assim. Se, ao comprar um Cd pirata, o indivíduo não fosse mais ao show, pois, afinal, já estivesse satisfeito, os interpretes deixariam de gravar em pouco tempo e deixariam de existir.

O mesmo ocorre com o mercado de aulas. Gravamos matérias complementares porque sabemos que o aluno consciente, mesmo as tendo, não deixa de vir ao curso presencial. A vivencia do dia-a-dia é como ir ao show.

Nela está reservada a melhor parte da preparação.

Extraido do Livro – Concursos Públicos. O Segredo dos Campeões – “com adaptações”

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Olá queridos amigo, nesta categoria  irei postar os capítulos do primeiro volume de três pocket books que escrevi para ressaltar a importância dos cursos presenciais para concursos públicos, os hábitos saudáveis que levam o estudante ao sucesso nesta empreitada e os valores que estão envolvidos nesta missão:

O primeiro Pocket se chama “Concursos Públicos o Segredo dos Campeões”, o segundo se chama “Concursos Públicos, mitos e verdades” e o terceiro “Faça Concurso Público antes que você precise”.

Semanalmente teremos um novo texto.
Aproveitem.

Apresentação do Livro

Parabéns, meu amigo (a) que acaba de ter em mãos esta pequena e valiosa obra. Certamente, se você a está lendo neste momento, é porque pretende mudar de vida. Para fazer isso, é necessário desenvolver alguns hábitos positivos.

Leia este livro(texto) com muita atenção. Sugiro que o faça algumas vezes para que possa assimilar suas palavras. Cada vez que relemos um livro, notamos aspectos que passaram despercebidos na leitura anterior. Lendo-o várias, vezes você ira internalizar seus conceitos e princípios, e isso ajudará em sua jornada.

Para ser classificado em um concurso público são necessários três elementos fundamentais, sem o qual o indivíduo mais sortudo do mundo não teria êxito na empreitada e com o qual o mais azarado não conseguiria fracassar. Os três elementos apresentam-se através das respostas às três perguntas seguintes.

São elas:

O que fazer da vida e por que fazer?

Como fazer?

Quero fazer?

A resposta à primeira pergunta nos remete ao conhecimento de nós mesmos, mas não é esse tema de que este livro trata. Encontramos esta resposta no livro “Faça concurso público antes que você precise”da minha autoria pela a ser lançado ainda.

Um pockt de leitura fácil e prazerosa leitura.

A resposta à segunda pergunta nos remete ao paradigma das habilidades, com maestria meu amigo juiz e professor William Douglas já respondeu em um Best Seller chamado “Como passar em provas e concursos”.

A resposta a terceira pergunta, nos remete à dimensão do desejo e da motivação e nossos desejos podem ser ampliados através do convívio com outras pessoas que aspiram ao mesmo ideal. Em poucas palavras, a resposta à terceira pergunta não é teórica, e sim estritamente prática e é ela de que este livro trata, uma vez que a nossa motivação aumenta pelo fenômeno da sinergia. Sendo assim, a força da egrégora* nos alimenta e faz seguir o caminho certo e nele nos manter.

*Egrégora é como se denomina a entidade criada a partir do coletivo pertencente a um grupo como clubes, famílias, partidos políticos, associações, as assembléias religiosas e etc,  gerado pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade

Daí a importância de fazer um curso preparatório para concursos públicos na modalidade presencial.
É disto que trato neste livro.

Hoje alguns candidatos mau orientados estão substituindo os cursos presencias apenas por mídias interativas ou cursos a distância, sem perceber que esses conteúdos foram concebidos importantes como ferramentas para ajudá-los.

Daí, pergunto-me:

De que adianta a ferramenta de corte como o machado ou o serrote sem a madeira para cortar?

É fato que o conteúdo dos cursos a distância muitas vezes são excelentes, mas não proporcionam o convívio com outras pessoas que têm os mesmos ideais, que vivem iguais dificuldades às nossas no dia-a-dia ou até maiores. Hoje, notamos um grande esvaziamento dos cursos preparatórios para concursos devido aos recursos de estudo a distância que minimizam os custos dos alunos. Sim, minimizam os custos financeiros operacionais (o que se gasta em dinheiro para fazer algo). Afinal, um curso presencial sempre é mais oneroso. Destarte, quando o concursando resolve estudar apenas por mídias eletrônicas, livros e apostilas o mesmo acaba por maximizar seu custo de oportunidade.

O que é o custo de oportunidade?

- Posso defini-lo como tudo aquilo que você deixa de ganhar se estivesse fazendo outras coisas enquanto dedica seu tempo à determinada empreitada.  No caso, o que deixamos de ganhar em primeiro lugar é a motivação. Se a motivação pudesse ser sintetizada como um produto químico e colocada em um frasco para ser vendida, a maioria de nós não teria dinheiro para comprá-la.

Uma outra pergunta que eu gostaria de fazer ao leitor é:

Se você pudesse pagar por um cargo público, se eles estivessem à venda, quanto valeriam?

Certamente muito, mas muito mais do que a maioria de nós é capaz de pagar e infinitamente mais do que as despesas operacionais quando investimos em nossa preparação em um curso presencial. Isso faz as mensalidades destes sejam baratas dados os inúmeros benefícios que oferecem.

Lembre-se de Henri Ford que não sabia como fazer algo, mas era um homem tão motivado que mudou o mundo com a produção em massa de automóveis. Como ele, há várias pessoas que não tinham a menor noção de como seguir adiante, como Thomas Edson, Santos Dumont, Isaac Newton e outros. Essas pessoas estavam tão motivadas a fazer algo que simplesmente foram adiante e, quando menos esperavam, tiveram sucesso.

Logo, se a motivação pudesse ser comprada em um a loja ela seria mais cara do que a mais rara das jóias. Essa motivação é um dos maiores benefícios que um curso preparatório presencial para concursos pode te proporcionar.

Ao longo deste livro(texto) falaremos de outros.

Quando orar mexa os pés…

(Provérbio Hindu)